Tratamento de Efluentes: conformidade ambiental sem desperdício
Lançar efluente fora dos padrões expõe a empresa a multas, embargos e danos de imagem. Por outro lado, uma estação superdimensionada consome energia, produtos químicos e mão de obra muito acima do necessário.
A Vid’Água projeta o tratamento de efluentes a partir da caracterização laboratorial do que a sua operação realmente gera.

Ponto de partida
Caracterização do efluente antes do projeto
Não existe estação padrão. O efluente de uma indústria de alimentos não se parece com o de uma metalúrgica ou o de uma lavanderia. Por isso o projeto começa no laboratório, com a medição dos parâmetros que definem a rota de tratamento:
- Vazão média e vazão de pico da operação
- DBO, DQO, sólidos suspensos e sedimentáveis
- pH, temperatura, óleos e graxas
- Metais, nitrogênio, fósforo e carga bacteriológica
Com esses dados definimos a combinação de processos e o padrão de lançamento exigido pelo órgão ambiental ou pela concessionária que recebe o efluente.

Processos empregados
Rotas de tratamento que combinamos no projeto
Tratamento preliminar e primário
Gradeamento, caixa de areia, equalização e separação de óleos e gordura. É a etapa que protege todo o restante da estação e responde por boa parte da redução de carga.
Físico-químico
Coagulação, floculação e decantação ou flotação, com dosagem automática de coagulante e polímero. Indicado para efluentes com sólidos suspensos, cor e metais.
Biológico
Lodos ativados, reatores anaeróbios ou aeração prolongada para remoção de carga orgânica (DBO e DQO) em efluentes sanitários e de indústria de alimentos.
Polimento e desidratação de lodo
Filtração final, desinfecção e tratamento do lodo gerado, reduzindo o volume — e o custo — do material enviado para destinação final.
Conformidade e operação
Licenças, laudos e acompanhamento da estação
Elaboramos os relatórios técnicos exigidos no licenciamento ambiental e mantemos um cronograma de análises do efluente bruto e tratado, comprovando o atendimento aos padrões de lançamento ao longo do tempo.
Também assumimos a operação e a manutenção da estação: calibração das bombas dosadoras, controle de consumo de produtos químicos e ajuste dos processos conforme a variação da produção. Quando o efluente tratado pode voltar ao processo, avaliamos a implantação de um sistema de água de reuso.
Solicite um projeto de tratamento de efluentes
Descreva a sua operação e, se já tiver, envie os laudos existentes. Nossa engenharia avalia e retorna com a proposta técnica.
